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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Esmaltes Com Cores Gritantes

2010. Na moda, tudo pode. Corset abandonado no século 19? Tem quem goste. Camisola na rua? Boudoir. Calça rasgada? Punk de butique. Não faltam exemplos. 

Por incrível que pareça, o tabu que ronda hoje a moda está na ponta dos dedos. Num pedacinho pequeno, pequeno. Na unha, para ser mais exata. Verde, azul, mate. Poder, pode. Mas muita gente ainda torce o nariz. 

Recentemente, mediei uma mesa redonda para debater esmaltes, pop art e moda – sim, a coisa toda virou tema de discussão. A conversa enveredou para os tons mais ousados, e Costanza Pascolato decretou: “vivemos em tempos caretas. Só a Lady Gaga ousa”. Ou seja, mesmo que possamos tudo, colocamos o pé no breque. 

Perguntei aqui na redação da ELLE, uma redação que trabalha com moda, o porquê de tanta resistência a cores. Tirando a Bel, nossa editora de beleza, que graças aos deuses das unhas não se importa com a reprovação alheia (sim, ela existe!), pouquíssimas arriscam algo além do nude, rosinha ou vermelho. 

Explicações a seguir: “cores fortes eram cafonas no passado”, “isso é coisa de teenager”, “sou clássica, não acho chic esmalte azul”, “é difícil combinar com o tom da roupa”, “chama muita a atenção”, “é coisa de vítima da moda”. 



Bom, o fato é que Carrie Bradshaw, o ícone mor da moda da virada do milênio, nunca usou e abusou de cores nas unhas. Se Carrie tinha medo de ousar nesse departamento, o que esperar de nós, reles mortais? 

Como ainda não estou convencida – nem pro bem, nem pro mal –, prometo experimentar o tal azul turquesa. Conto as reações logo mais. Afinal, não há nada que uma boa acetona não dê conta depois. Quem dera que tudo fosse fácil assim...

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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Esmaltes Com Cores Gritantes

2010. Na moda, tudo pode. Corset abandonado no século 19? Tem quem goste. Camisola na rua? Boudoir. Calça rasgada? Punk de butique. Não faltam exemplos. 

Por incrível que pareça, o tabu que ronda hoje a moda está na ponta dos dedos. Num pedacinho pequeno, pequeno. Na unha, para ser mais exata. Verde, azul, mate. Poder, pode. Mas muita gente ainda torce o nariz. 

Recentemente, mediei uma mesa redonda para debater esmaltes, pop art e moda – sim, a coisa toda virou tema de discussão. A conversa enveredou para os tons mais ousados, e Costanza Pascolato decretou: “vivemos em tempos caretas. Só a Lady Gaga ousa”. Ou seja, mesmo que possamos tudo, colocamos o pé no breque. 

Perguntei aqui na redação da ELLE, uma redação que trabalha com moda, o porquê de tanta resistência a cores. Tirando a Bel, nossa editora de beleza, que graças aos deuses das unhas não se importa com a reprovação alheia (sim, ela existe!), pouquíssimas arriscam algo além do nude, rosinha ou vermelho. 

Explicações a seguir: “cores fortes eram cafonas no passado”, “isso é coisa de teenager”, “sou clássica, não acho chic esmalte azul”, “é difícil combinar com o tom da roupa”, “chama muita a atenção”, “é coisa de vítima da moda”. 



Bom, o fato é que Carrie Bradshaw, o ícone mor da moda da virada do milênio, nunca usou e abusou de cores nas unhas. Se Carrie tinha medo de ousar nesse departamento, o que esperar de nós, reles mortais? 

Como ainda não estou convencida – nem pro bem, nem pro mal –, prometo experimentar o tal azul turquesa. Conto as reações logo mais. Afinal, não há nada que uma boa acetona não dê conta depois. Quem dera que tudo fosse fácil assim...

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