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terça-feira, 7 de setembro de 2010

Tendência: Mandage

“Supersensual, ele surgiu no fim da década em que a mulher alcançou status no trabalho e sentia-se à vontade para revelar suas curvas”, explica Astrid Sampaio Façanha, historiadora e professora de moda do Centro Universitário Senac de São Paulo. “Essa modelagem, na verdade, foi trazida do Egito, onde a arte de se envolver em tiras é mundialmente conhecida”, acrescenta. Os primeiros modelos assinados por Léger eram feitos com a técnica da moulage e de tecidos com viscose, poliamida e elastano na sua composição. “Mesmo justo ao corpo, a peça não tira a liberdade de movimento”, diz Astrid. “Pelo contrário, ele deixa a mulher poderosa ao segurar pequenas gordurinhas na barriga”, acrescenta ela, que tem uma peça dessas em seu próprio guarda-roupa.

Retorno à moda

O ressurgimento como item fashion aconteceu quando a grife Hervé Léger, agora sob o comando do designer Max Azria, voltou a desfilar na semana de moda de Nova York, em fevereiro. “O estilista fez uma releitura do modelo original, que agora ganhou versões menos coladas no corpo”, conta Astrid. Celebridades como Beyoncé, Victoria Beckham e Natalie Portman já investiram no vestido-bandagem para brilhar pelos tapetes vermelhos do circuito Los Angeles-Nova York.
 

Superjusto ao corpo, o modelo clássico é infalível para compor um visual sexy. Ele é indicado para as mulheres de corpo ampulheta.


A ex-top model Iman pediu a Léger que criasse um vestido especial para o seu casamento com o cantor David Bowie, em 1992.


Alinne Moraes usou um modelo, assinado pela grife BCBG Max Azria, mais comportado para o Brazilian Day, em Nova York, em setembro.

A Forum fez uma releitura com tiras mais grossas e sem estarem presas umas as outras. Feito de crepe lamê e cetim de seda, ele está à venda por R$ 3.800*.

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terça-feira, 7 de setembro de 2010

Tendência: Mandage

“Supersensual, ele surgiu no fim da década em que a mulher alcançou status no trabalho e sentia-se à vontade para revelar suas curvas”, explica Astrid Sampaio Façanha, historiadora e professora de moda do Centro Universitário Senac de São Paulo. “Essa modelagem, na verdade, foi trazida do Egito, onde a arte de se envolver em tiras é mundialmente conhecida”, acrescenta. Os primeiros modelos assinados por Léger eram feitos com a técnica da moulage e de tecidos com viscose, poliamida e elastano na sua composição. “Mesmo justo ao corpo, a peça não tira a liberdade de movimento”, diz Astrid. “Pelo contrário, ele deixa a mulher poderosa ao segurar pequenas gordurinhas na barriga”, acrescenta ela, que tem uma peça dessas em seu próprio guarda-roupa.

Retorno à moda

O ressurgimento como item fashion aconteceu quando a grife Hervé Léger, agora sob o comando do designer Max Azria, voltou a desfilar na semana de moda de Nova York, em fevereiro. “O estilista fez uma releitura do modelo original, que agora ganhou versões menos coladas no corpo”, conta Astrid. Celebridades como Beyoncé, Victoria Beckham e Natalie Portman já investiram no vestido-bandagem para brilhar pelos tapetes vermelhos do circuito Los Angeles-Nova York.
 

Superjusto ao corpo, o modelo clássico é infalível para compor um visual sexy. Ele é indicado para as mulheres de corpo ampulheta.


A ex-top model Iman pediu a Léger que criasse um vestido especial para o seu casamento com o cantor David Bowie, em 1992.


Alinne Moraes usou um modelo, assinado pela grife BCBG Max Azria, mais comportado para o Brazilian Day, em Nova York, em setembro.

A Forum fez uma releitura com tiras mais grossas e sem estarem presas umas as outras. Feito de crepe lamê e cetim de seda, ele está à venda por R$ 3.800*.

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